01 fevereiro 2010

News Release 1477 : Viana torna-se no primeiro concelho sem passagens de nível


Faro [Portugal], 01.02.2010, Semana 06, Segunda-feira, 19:45

Paulo Julião, escreveu ontem no site do DN Diário de Notícias, que Viana do Castelo é o primeiro concelho português a não ter passagens de nível. Com cortesia, transcrevemos na íntegra a sua notícia.

Durante este ano, as 24 passagens de nível desaparecem todas, num investimento de 15 milhões da câmara municipal e da Refer. O concelho de Viana do Castelo torna-se no primeiro em Portugal a eliminar atravessamentos da linha férrea do país.

Em 2010 o concelho de Viana do Castelo vai tornar-se no primeiro, atravessado pela rede ferroviária, a eliminar todas as passagens de nível, num total de 24 que existiam, processo em que câmara e a Refer investiram mais de 15 milhões de euros. Desta forma, segundo anunciou o autarca local, José Maria Costa, durante o decorrer de 2010 fica terminado o processo de supressão das passagens de nível, com a construção total de 14 novas passagens desniveladas e o encerramento definitivo ou parcial de uma dezena de atravessamentos.

"Já demos início à construção da passagem superior de Vila de Punhe, já abriu o troço e a passagem inferior de Alvarães, estão em curso as de Areosa, que são as duas últimas em desenvolvimento, e vão arrancar agora as obras de restabelecimento de Carreço para podermos encerrar todas as passagens de nível este ano", apontou José Maria Costa. O cenário final conta com passagens inferiores pedonais no S. Socorro e Igreja, ambas na freguesia da Areosa, para além de passagens inferiores em Carreço e Cabriteira/Afife, a construção de passagens desniveladas em S. Sebastião e Além do Rio (Areosa) que, apesar das obras complexas, o autarca diz que, "no Verão estarão concluídas" e uma inferior em Barroselas.

As fatídicas passagens da Seca/Darque foram das primeiras a concluir, assim como as passagens superiores e inferiores de Mazarefes, e a inferior de Vila Fria. A superior de Vila de Punhe foi aberta à circulação há poucos dias. Esta semana, em reunião de câmara, foi aprovado o protocolo do segundo troço que fará o restabelecimento da passagem inferior de Alvarães, que se tornará numa alternativa viária à EN305, com um custo de perto de 700 mil euros.

A supressão das passagens de nível acontece ao abrigo de um protocolo assinado entre a Refer e a câmara em Junho de 2005. Ao todo, de acordo com a autarquia, estão a ser gastos mais de 15 milhões de euros na construção das 13 passagens desniveladas que permitirão maior segurança para a circulação junto à Linha do Minho. Na altura foi anunciado o objectivo de concluir este processo em 2009, o que acontecerá agora com um ano de atraso, tornando Viana no primeiro concelho sem passagens de nível.

Quanto ao restante País, a previsão passa por eliminar todas as cerca de 1200 passagens de nível existentes. Através do Plano Nacional de Supressão de Passagens de Nível, o número de estruturas ainda a funcionar desceu para metade desde 2002, num investimento que só parte da Refer ultrapassava os 50 milhões de euros.



Luís Moreira


News Release 1476 : Novos comboios para a CP mais baratos do que o previsto


Faro [Portugal], 01.02.2010, Semana 06, Segunda-feira, 19:34

Com cortesia, citamos Carlos Cipriano, que no Público electrónico de hoje, escreve que os 74 novos comboios que a CP vai comprar para modernizar a frota poderão ficar mais baratos do que os 400 milhões previstos como preço de referência, dado que dois dos concorrentes (CAF e Alstom) têm preços inferiores.

A espanhola CAF apresenta propostas que somam 319,2 milhões de euros para as 49 unidades eléctricas e 25 automotoras a diesel, um valor que poderá subir para 379 milhões, se se optar pela adjudicação do material eléctrico à Alstom (239 milhões) e o diesel à CAF (139,5 milhões). Os outros concorrentes, Bombardier e Siemens, propõem preços que totalizam 466,7 milhões e 436,4 milhões de euros.

As propostas foram abertas em Novembro e estão a ser analisadas, devendo seguir-se, até Abril, uma fase de negociações entre os três melhores concorrentes.

Uma fonte oficial da CAF disse ao PÚBLICO que os preços baixos foram uma estratégia assumida para "surpreender a CP" e representam uma aposta daquela empresa basca em regressar ao mercado português. Na década de noventa, a CAF já tinha participado com a Alstom na produção dos comboios de dois pisos que circulam na Azambuja (CP) e na Ponte 25 de Abril (Fertagus). O grosso do fabrico foi feito em Beasain (País Basco) e a montagem das composições na antiga Sorefame, na Amadora. O comboio agora apresentado é idêntico ao dos suburbanos de Madrid.

Neste concurso, a CP espera afectar as 49 composições eléctricas ao serviço suburbano (36 das quais na Linha de Cascais) e as 25 automotoras a diesel para as linhas regionais. Até lá, e porque a transportadora se debate com falta de material circulante em bom estado, pondera alugar a Espanha comboios para o serviço regional.

Em contrapartida, Portugal tem vindo a exportar material usado para a Argentina, tendo a CP negociado a reabilitação de automotoras, locomotivas e carruagens em Portugal, a cargo da sua empresa de manutenção EMEF. Esta operação contribuiu para a transportadora se desfazer de material excedentário, mas ficou com um reduzido parque de carruagens para corresponder a picos de procura ou à realização de comboios charter. Ficou ainda sem locomotivas diesel da série 1900 em número suficiente para substituir as que se têm avariado.

A indústria ferroviária tem dado mostras de algum dinamismo nos últimos dias, com a adjudicação dos caminhos-de-ferro russos à Siemens de 54 comboios regionais para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2014, um negócio de 580 milhões de euros que prevê o fornecimento de 38 unidades Desiro construídas na Alemanha, a que se seguirão outras 16 fabricadas na Rússia. O Desiro é também o comboio que a multinacional alemã apresentou ao concurso da CP. Na Rússia, cada unidade custou 7,59 milhões de euros e para o concurso português as propostas rondaram os 5,9 milhões.

Por seu turno, a Alstom anunciou que recebeu uma encomenda de 130 milhões de euros para fornecer 19 comboios regionais à SNCF, numa operação que será financiada pelas regiões francesas.


Luís Moreira


News Release 1475 : Monopólio no sector ferroviário traduz-se em falta de eficácia


Faro [Portugal], 01.02.2010, Semana 06, Segunda-feira, 19:23

Com cortesia, editamos na íntegra notícia de Nuno Miguel Ropio, editada hoje no site do JN Jornal de Notícias, que argumenta sobre o monopólio no sector ferroviário em Portugal.

Estudo aponta necessidade regulador activo e que incentive produtividade.

Tudo sob controlo estatal: a Refer, a CP e o IMTT, organismo regulador do sector ferroviário. Este é um dos factores que ditam uma ferrovia menos eficiente e sustentável em Portugal, segundo um estudo publicado na revista internacional de economia 'Utilities Policy'.

Portugal necessita de um regulador do sistema ferroviário mais activo e independente, que incentive a ganhos de produtividade os agentes públicos do sector - a Rede Ferroviária Nacional (Refer) e a Comboios de Portugal (CP) e combata o cenário de ineficiência da ferrovia que não se alterou com o extinto Instituto Nacional Transporte Ferroviário, substituído pelo regulador generalista Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT).

Esta é uma das principais conclusões do estudo "Reforma e regulação do sector ferroviário português. O que falhou?", publicado, em inglês, na 'Utilities Policy', uma revista internacional especializada em economia e transportes urbanos . Da autoria de três investigadores portugueses, Jorge Miguel Santos, Ana Furtado e Rui Cunha Marques, o trabalho aponta ainda a debilidade económica-financeira da Refer e CP, que as coloca sobreviventes de verbas estatais.

"O Estado intervém em todos os 'players' do sector, provocando um enviesamento do mercado", explicou, ao JN, Jorge Miguel Santos, do Centro de Sistemas Urbanos e Regionais, da Universidade Técnica de Lisboa. "As regras de cálculo das tarifas de utilização da infra-estrutura são definidas pelo regulador [IMTT], que é o Estado. E o Estado não levará a Refer a subir as tarifas, prejudicando a CP e, eventualmente, a competitividade do sector ferroviário. Porque o Estado financia ambos", acrescenta aquele engenheiro.

Segundo o estudo, a Refer perdeu produtividade, agravou a sua condição financeira, aumentando o endividamento. Jorge Miguel Santos salienta que a concorrência nos serviços de transporte é reduzida. Apenas a Fertagus, em regime de concessão da travessia do Tejo, e a Takargo, no transporte de mercadorias, conseguiram romper o predomínio da CP.


Noutro aspecto, o mesmo jornalista, refere que o Governo prepara-se para levar a Conselho de Ministros projecto-lei que irá liberalizar transporte internacional ferroviário de passageiros. CP perderá controlo de tal serviço nas linhas nacionais

O mercado do transporte ferroviário internacional de passageiros irá ser liberalizado pelo Governo, permitindo que a ferrovia nacional passe a ser usada por operadores estrangeiros que queiram garantir aquele serviço que, até agora, se mantinha monopólio da CP.

Apanhar um comboio no Porto com destino a Vigo (Espanha) ou optar pela ligação Lisboa - Paris (França), pelo actual percurso do Sud-Expresso, passará a poder ser possível através de operadores estrangeiros e não pela CP, a empresa ferroviária estatal que garante, neste momento, aqueles dois serviços. O Governo irá transpor as directivas comunitárias que estabelecem a liberalização do sector do transporte internacional de passageiros e estabelecem os regulamentos sobre as obrigações e direitos do serviço.

Ditando o fim de um dos últimos monopólios da CP, o projecto-lei que chegará a reunião do próximo Conselho de Ministros coloca Portugal no grupo de países da União Europeia (UE) que cumpre à risca a data limite de transposição, para legislação nacional, das linhas orientadoras do terceiro e último dos Pacotes Ferroviários (conjunto de directivas que visam a reforma do sector).

Transbordo nacional proibido

Com a liberalização, espera-se que as tarifas cobradas diminuam com a concorrência e qualquer linha da ferrovia nacional [ler infografia ao lado] possa ser utilizada por um operador internacional, desde que cumpra uma das regras básicas da directiva: não fazer transbordo em território nacional.

Ou seja, uma transportadora ferroviária internacional pode estabelecer ligação com uma estação terminal em Portugal, parando em várias outras estações lusas, deixando os passageiros. Todavia, não pode receber passageiros que não se desloquem para uma cidade além da fronteira.

Exemplo: um passageiro oriundo de Paris sairá em qualquer estação portuguesa, mas não o pode fazer em solo francês. Por outro lado, qualquer português entrará na mesma composição em qualquer ponto das linhas da Refer, mas não pode desembarcar em território nacional. Razão? Significaria concorrência ao serviço da CP na área do transporte nacional de passageiros, área em que manterá o monopólio. Apesar de não existir consenso a nível europeu para a liberalização no transporte interno - a França recusa-se a ter vários operadores nacionais de passageiros no seu território -, Portugal conta com legislação no sentido de concessionar determinadas ligações. Cenário que já acontece com a concessão da Fertagus (ligações no corredor Lisboa - Setúbal).

Aliás, Portugal foi dos primeiros países a reformular a sua ferrovia, em 1997, quando separou a gestora da infra-estrutura, a Refer, da utilizadora da mesma, a CP, e criou um regulador - o ex-Instituto Nacional Transporte Ferroviário, substituído pelo actual Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres. Muito antes de surgir o primeiro Pacote Ferroviário, em 2001.



Luís Moreira


News Release 1474 : Alfa e Intercidades cresceram 5% em Janeiro


Faro [Portugal], 01.02.2010, Semana 06, Segunda-feira, 19:12

Alexandra Noronha do Jornal de Negócios, diz no Negócios online e citando, que os comboios Alfa e Intercidades registaram um crescimento médio de cerca de 5% em Janeiro face a igual período de 2009. Segundo adiantou a CP em comunicado, todas as ligações, com excepção de Évora e Beja, subiram em número de passageiros.

“Foram realizadas mais de 387 mil viagens neste comboios, representando um acréscimo de 17.800 viagens face a Janeiro de 2009. O maior crescimento regista-se no serviço Intercidades Lisboa-Guarda, com cerca de 44.600 passageiros transportados e um crescimento homólogo de 8,4%”, segundo a operadora liderada por Cardoso dos Reis. Paralelamente, o Intercidades Lisboa-Faro subiu 7,9% (25.500 viagens) e a ligação da capital a Guimarães aumentou 7,2% (mais 27 mil passageiros).

O serviço Alfa Pendular cresceu globalmente 3,9% (135.800 passageiros em Janeiro), com a ligação Porto-Faro a subir 5,1%, com 33.700 viagens.

O serviço de longo curso da CP é o único, das operações da transportadora, que não dá prejuízo.


Luís Moreira


News Release 1473 : Flecha de Prata - III Série - Nº 3


Faro [Portugal], 01.02.2010, Semana 06, Segunda-feira, 15:13

Na News Release 1463, por via da Fertagus e do seu 10º aniversário, fizemos referência à revista do CEC Clube de Entusiastas do Caminho de Ferro, simpática associação de amigos dos comboios lisboeta que bem conhecemos, e que lançou no último sábado o seu último número da revista Flecha de Prata.

Nesse sentido, recebemos nos nossos serviços 1 exemplar da referida publicação por parte da Fertagus, que agradecemos, pelo que editamos com cortesia a referida capa e ainda o sumário da mesma publicação.



- O 20º aniversário do CEC comemorado no Porto
- Apresentação do numéro dois da "Flecha de Prata" no Museu da Carris
- Digressão Ferroviária/Cultural a Caldas da Rainha
- Os 50 anos do Metropolitano de Lisboa
- Ramal Puerto Deseado a Colonia Las Heras na Argentina
- "Aconteceu no Oeste" de Sérgio Leone
- A importância dos ramais alentejanos da região de Évora
- Domingos Salvado - 50 anos de ferroviário
- 10 anos a cumprir os objectivos e a bem servir os clientes / Entrevista a Cristina Dourado - Administradora-Delega da Fertagus
- Os 120 anos da Linha Ferroviária Lisboa - Cascais
- Os Caminhos de Ferro e as Operações Militares
- ATravessei a Europa de comboio... e gostei!
- O TGV e algo mais


Luís Moreira


News Release 1472 : Estudo encomendado pelo Ministério das Finanças coloca reservas a TGV


Faro [Portugal], 01.02.2010, Semana 06, Segunda-feira, 11:06

Editamos com cortesia, texto da notícia de Nuno Guedes publicado no site electrónico da TSF, que noticia mais uma incongruência sobre o tão malfadado TGV.

O estudo conclui que, para além de aumentar o endividamento público, o investimento nas linhas de TGV entre Lisboa e Porto e Porto Vigo terão pouca capacidade de retorno.
O Ministério das Finanças pediu a um professor da Universidade do Minho para avaliar as grandes obras públicas projectadas pelo Governo, tendo este chegado à conclusão de que as linhas de TGV Lisboa-Porto e Porto-Vigo representam um peso importante no aumento da despesa.




Estas duas linhas de alta velocidade aumentam as importações e fazem crescer o endividamento externo.

Os elevados custos de investimento vão também inflacionar a dívida pública durante muito tempo. Na ligação Lisboa-Porto, o retorno do investimento só chegará a longo prazo e a linha com ligação a Vigo poderá mesmo causar prejuízo.

O estudo publicado pelo Ministério das Finanças define vários critérios para avaliar os investimentos públicos e sublinha as enormes diferenças entre o retorno previsto para as três linhas de TGV.

Dos três troços de alta velocidade, Lisboa-Madrid é o único que pode ser claramente rentável para o Estado. Os prós-e-contras de outras obras públicas também são avaliados, tal como o investimento em escolas e equipamentos de Saúde.

As conclusões sublinham que as estradas vão ajudar a aumentar o emprego no curto prazo, mas assinalam que a rodovia tem um impacto marginal na competitividade do país. De acordo com os especialistas, as barragens e o novo aeroporto de Lisboa são os melhores investimentos para estimular o crescimento da economia a longo prazo.


Sobre esta matéria desejamos referir que não damos qualquer valor a este estudo, feito por um professor da Universidade do Minho, entidade esta, que para nós não representa uma mais-valia a nível do conhecimento ferroviário e que além disso, não respeita a dignidade das pessoas. Sobre este "estudo", devemos dizer que se a conclusão que se tira do referido trabalho, se resume a isto, então está tudo ao contrário, porque, quanto a custos, eles hoje são elevados por culpa do governo, que arrastou este projecto durante anos e anos, por isso, cada "dia" que passa, mais caro fica. Se aliás, o projecto fosse pensado e executado conforme nós pensamos e estamos cansados de o dizer, nada disto acontecia ou era falado. Portanto, não temos pena do Ministério das Finanças que agora pense assim, porque sempre governo. Por outro lado e focando então o essencial, a LGV entre aquém e Lisboa e depois até Vigo e além, (e não Lisboa a Porto e depois Porto a Vigo, como se fossem duas linhas, enfim mais uma estupidez, nunca corrigida pela RAVE, media e pessoas em geral, estas últimas sem culpa, porque não informadas), não terá os problemas a nivel de retorno a médio prazo, porque terá o tráfego suficiente e recomendado para uma LGV, mesmo avaliando pelo padrão duma LGV da RFF ou NBS da DB. Quanto a Lisboa e Madrid, aí sim, será necessário uma mais-valia associada a fim de lhe dar tráfego, o mesmo se aplicando à ligação entre (Aveiro) e Salamanca.

Créditos: Pela foto, agradecimento à Wikipédia. For photo, thanks to Wikipedia.


Luís Moreira


30 janeiro 2010

News Release 1471 : Novo tarifário na CP para os AP e IC


Faro [Portugal], 30.01.2010, Semana 05, Sábado, 14:02

Informamos os nossos amigos leitores, que a partir da próxima segunda-feira, verifica-se um aumento no preço dos bilhetes para os comboios da CP Alfa Pendular e InterCidades/InterCity, segundo nota que recebemos por parte da CP que informa que, nos termos do n.º 2 do art. 6.º do Decreto-Lei n.º8/93, de 11 de Janeiro, são então a partir de 1 de Fevereiro de 2010, praticados este novos preços para estes comboios de longo curso. Pode consultar os novos preços aqui.

Desejamos no entanto chamar a atenção para uma gralha que se verifica na respectiva lista e que consiste em que, na página pdf 9 (1/4), que contém os preços para os IC da Linha da Beira Alta, os preços indicados para o trajecto Lisboa SA ou Lisboa Oriente até Caxarias, não é de € 1600,00 e € 1150,00 (para 1ª ou 2ª classe), mas sim de € 16,00 e € 11,50 respectivamente.


Luís Moreira


News Release 1470 : Novos horários para a MP


Faro [Portugal], 30.01.2010, Semana 05, Sábado, 13:23

Segundo informação que recebemos nos nossos serviços por parte da MP Metro do Porto, e citando, a partir de 1 de Fevereiro, vão-se verificar ligeiras alterações nos horários da MP, que são pouco significativas e nunca superiores a 1 ou 2 minutos.

Também a partir de 1 de Fevereiro, conforme já anunciado, toda a circulação da Linha Vermelha (serviço Expresso e serviço Normal) é assegurada pelos novos veículos tram-train, que entraram em operação a 8 de Janeiro do corrente. Com esta medida, o Metro do Porto passa a garantir na Linha Vermelha uma oferta 40 por cento superior à actual (maior lotação, mais lugares sentados e maior número de veículos duplos). Por outro lado, a disponibilização de mais veículos tram-train resulta na libertação de Eurotram para a generalidade da rede. Com efeitos práticos imediatos: aumento de 9 por cento na capacidade da Linha Azul, aumento de 30 por cento na capacidade da Linha Verde e aumento de 20 por cento na capacidade do tronco comum Senhora da Hora/Estádio do Dragão.


Luís Moreira


29 janeiro 2010

News Release 1469 : Construção de uma nova linha no Afeganistão


Faro [Portugal], 29.01.2010, Semana 05, Sexta-feira, 11:47

Pela primeira vez neste blogue, fazemos uma News Release/notícia sobre o Afeganistão, país da Ásia central que nos últimos 50 anos só sabe viver no meio de guerras sangrentas, como hoje ainda acontece, com os talibans versus NATO, sendo os talibans um movimento religioso islamista radical com raízes no vizinho Paquistão e que tem o seu santuário, precisamente no Afeganistão, onde há anos, também coabita o mesmo território, um homem de "bem", chamado Usama bin Laden.

Referindo então aquilo que é importante, noutra perspectiva, ocorreu há precisamente uma semana atrás (dia 22), uma cerimónia que marcou o início da construção de uma ligação ferroviária de 75 km entre o Uzbequistão e a cidade de Mazar-i-Sharif, no norte do Afeganistão. A linha vai ser construída pelos caminhos-de-ferro uzbeques UTY, que vêem nesta nova linha "um testemunho vivo e de amizade entre os dois países".

Com origem no terminal ferroviário de mercadorias de Hayratan, através da margem do rio afegão Amu Darya, a nova linha com bitola larga de 1520 mm, em via única, será executada através de uma geografia acessível até à cidade de Mazar-i-Sharif. A conclusão está prevista para Junho de 2011. Os custos da construção cifram-se em USD 170 milhões, cabendo USD 165 milhões ao Banco Asiático de Desenvolvimento e os restantes USD 5 milhões, serão suportados pelo governo afegão.


Luís Moreira


News Release 1468 : Anúncio de Procedimento nº 289/2010 (REFER)


Faro [Portugal], 29.01.2010, Semana 05, Sexta-feira, 10:39

Informamos os nossos amigos leitores, de que, a REFER fez publicar no Diário da República, II Série, nº 20, de hoje, 29 de Janeiro de 2010, um anúncio de procedimento com o nº 289/2010 e que observa assim:

- OBJECTO DO CONTRATO

Designação do contrato: Prestação de Serviços para o "Fornecimento de Energia Eléctrica em MAT, AT, MT, BTE, e BTN para as instalações da REFER"
Descrição sucinta do objecto do contrato: A presente prestação de serviços tem por objecto o fornecimento de energia eléctrica às instalações da REFER, de acordo com as características indicadas no Caderno de Encargos.
Tipo de Contrato: Aquisição de Serviços

- DIVISÃO EM LOTES, SE FOR O CASO

Lote n.º 1
Designação do lote: Lote 1 - Instalações alimentadas em MAT e AT
Descrição sucinta do objecto do lote: Subestações de Tracção eléctrica que alimentam apenas o operador CP

Lote n.º 2
Designação do lote: Lote 2 - Instalações alimentadas em MAT
Descrição sucinta do objecto do lote: Subestações de Tracção eléctrica que alimentam dois operadores (CP e Fertagus)

Lote n.º 3
Designação do lote: Lote 3 - Instalações alimentadas em MT
Descrição sucinta do objecto do lote: Instalações alimentadas em Média Tensão

Lote n.º 4
Designação do lote: Lote 4 - Instalações alimentadas em BTE
Descrição sucinta do objecto do lote: Instalações alimentadas em Baixa Tensão Especial

Lote n.º 5
Designação do lote: Lote 5 - Instalações alimentadas em BTN
Descrição sucinta do objecto do lote: Instalações alimentadas em Baixa Tensão Normal

- LOCAL DA EXECUÇÃO DO CONTRATO

Nas Instalações da Rede Ferroviária Nacional

País: PORTUGAL
Distrito: Portugal Continental
Concelho: Todos
Código NUTS: PTZZZ

- PRAZO DE EXECUÇÃO DO CONTRATO

Empreitadas de obras públicas
Prazo contratual de 12 meses contados nos termos do disposto no nº 1 do artigo 362º do CCP

- IDENTIFICAÇÃO DO AUTOR DO ANÚNCIO

Nome: Luís Filipe Pardal
Cargo: O Presidente do Conselho de Administração


Luís Moreira


28 janeiro 2010

News Release 1467 : Aviso CP para o IC 531 (Dia 30 de Janeiro)


Faro [Portugal], 28.01.2010, Semana 05, Quinta-feira, 12:05

Informamos que, por motivo de trabalhos de modernização da Estação de Coimbra-B, da responsabilidade da REFER, haverá que proceder às seguintes alterações feitas pela CP ao seu Serviço Intercidades, no próximo dia 30 (próximo sábado), da seguinte forma:

- O Comboio IC 531, com partida de Lisboa Santa Apolónia às 21:30 e que se destina a Porto Campanhã, só irá circular até à estação de Coimbra-B, fazendo-se o restante trajecto, ou seja, até Porto Campanhã, por meio rodoviário de substituição.


Luís Moreira


News Release 1466 : Novos palcos no Metro do Porto


Faro [Portugal], 28.01.2010, Semana 05, Quinta-feira, 11:54

A MP Metro do Porto, comunica-nos mais um evento cultural que abaixo transcrevemos, em que, com outros parceiros, participa de maneira activa e que se denomina Música na Rua.

«Música na Rua» é um projecto conjunto do Metro do Porto, da Câmara Municipal do Porto/Porto Lazer, da Casa da Música e da SPOT e tem como objectivos a promoção de novos talentos e a animação musical nas estações da rede do Metro e em novos palcos da cidade. A «Música na Rua» arranca com «castings» nos dias 19 e 20 de Fevereiro e com concertos diários a partir de 1 de Março.

À semelhança do que sucede nos sistemas de metropolitano de cidades como Londres, Paris, Nova Iorque ou Barcelona, também no Metro do Porto a música passa a ter um lugar reservado e os novos talentos musicais encontram condições para actuar regularmente perante um público entusiasta e participativo. Na rede do Metro do Porto circulam diariamente cerca de 200 mil pessoas - 60 por cento das quais com idades compreendidas entre os 15 e os 35 anos.

«Música na Rua» nasce da iniciativa conjunta do Metro do Porto, da Câmara Municipal do Porto, através da Porto Lazer, e da Casa da Música, que co-organizam esta iniciativa e, em parceria, impulsionam a divulgação musical associada à animação na cidade. A produtora SPOT encarrega-se da gestão executiva do projecto.

Nesta primeira fase da «Música na Rua» estão abertas as inscrições para as audições de músicos e bandas. Através do site http://www.metrodoporto.pt/, é possível aceder ao regulamento e à ficha de inscrição. Por princípio, o projecto está aberto a toda a comunidade. Não há uma música favorita: todos os géneros, feitios ou tipos são bem-vindos. Desde a música clássica até ao jazz, ao folk, ao rock, ao pop, ou ao reggae, todos os formatos são aceites. O mais importante é fazer e divulgar a Música.

O «casting» está marcado para os dias 19 e 20 de Fevereiro, em horário a divulgar, e tem como palco a Estação de S. Bento do Metro do Porto. Depois de dois dias de audições, o júri (composto por elementos designados pelas várias entidades organizadoras), divulgará os músicos e bandas escolhidos para o alinhamento de concertos nas estações.



Os concertos arrancam no dia 1 de Março, numa base diária (de segunda a sexta-feira), nos períodos horários 11H00/14H00 e 17H00/20H00, nas estações do Metro da Trindade, do Bolhão e da Casa da Música. Cada músico/banda actuará uma vez por semana, promovendo-se a rotatividade dos diversos intérpretes pelos palcos destas três estações.


Para além da promoção que a actuação em espaços públicos confere, «Música na Rua» oferece a todos os participantes a possibilidade de lançarem a sua carreira no mundo da música. Aos melhores músicos e bandas será dada a oportunidade de participar em concertos organizados ou promovidos pela Porto Lazer - designadamente no Porto Sounds -, bem como em outras iniciativas fomentadas pela organização e por patrocinadores do projecto, que brevemente serão divulgadas.

Através de um sistema de votações por SMS, o público poderá votar nos seus músicos e bandas preferidos. Em simultâneo, o sistema de votações por SMS gerará uma receita que reverterá integralmente a favor do projecto "Pular a Cerca na Companhia do Rugby" (Cerco do Porto), que visa juntar crianças e jovens, agentes policiais, e o Grupo Beatbox Ensemble, num projecto musical que tem por base o Beatbox e a Percussão. Músicos, bandas e público integram assim o espírito de valorização social a que «Música na Rua» se associa.

Numa primeira fase, «Música na Rua» é uma iniciativa que se desenvolve exclusivamente no interior das estações do Metro. A partir do Verão, a música sobe à rua, passando os palcos a estar localizados junto aos acessos a algumas das principais estações.



Luís Moreira